Novo

Novos ventos,

Novos tempos,

Novas percepções …

 

Decepções oriundas de onde menos se espera

 

Nova fase

Novas etapas

Nova vida

 

É tempo de renovar

Superar a turbulência

O mar de águas turvas e agitadas

É tempo de repensar

Analisar

Recriar …

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Nada mais …

Minhas mãos …

Minha boca …

Meu corpo …

… com o cheiro do teu prazer …

… com um gosto infindável de quero mais …

Nessa nossa piração sem fim …

 

Arrepios

Frenesi

E eu querendo sempre mais

E eu querendo congelar o tempo pra nós

E eu querendo, cada vez mais

E mais e mais e mais

Você

Só você, e nada mais …

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Santo Deus, porque raios eu fico assim … tão atordoada? risadas internas e mortais tentam sufocar as borboletas neste instante Como eu já havia dito e não me canso de repetir: reciprocidade é o que há. Melhor ainda, eu diria sintonia. Porque não tem explicação a não ser essa. Eu, mera mortal, ainda desconfio de que tenhas poderes sobrenaturais, como Edward Cullen …. minha própria versão de Edward Cullen, com direito a leitura de pensamentos e os carambas. Aliás, bota caramba nisso. Porque, Deus meu, minhas pernas bambeam, o coração saltita deixando de lado a razão que teima em querer estragar meus momentos de frenesi? … É, porque é quase que um frenesi mesmo, impressionante! Como diz um dos vários modões de viola os quais eu ando escutando recentemente: “Gosto quando seu olhar, quer te ver dentro do meu. Minha pupila dilata, num segundo ela relata, que o meu amor é seu”. Bem por aí mesmo. Simplesmente a-do-ro quando nossos olhos se encontram e os sorrisos nascem, crescem .. assim, meio envergonhados, com uma ponta daquele tipo de verdade inevitável … ao mesmo tempo tento convencer meu pobre cérebro a raciocinar, tento recuperar o fôlego, recuperar a linha de raciocínio. Aliás, péssima hora pra isso rs. Mas o encanto é tanto que não adianta.

Escutei hoje que desse jeito você não dormiria … pois quem não vai dormir sou eu. Tem tanta coisa pra pensar. As coisas estão andando tão de pressa … os nós se desfizeram em tão poucas horas … é inegável, irrevogável que o bater de meu coração lhe pertence … mais uma vez …

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Quero nuvens de algodão doce em potinhos!

Cá estou eu, em uma manhã cinzenta, após 6 meses sem escrever aqui, sem cogitar deixar meus pensamentos transbordarem … pois bem, minha mente – pra variar – anda um turbilhão, são tantos pensamentos, mas tantos, que uns passam por cima dos outros, atropelando-se, exaustivamente. Mas não é sobre isso que quero falar hoje, não é hora para falar de tristezas, pelo menos não por enquanto. Existe uma grande possibilidade de eu voltar a escrever aqui no fim de semana, escrever lamentações de uma vestibulanda revoltada rsrs. Hoje quero falar sobre meu dia-a-dia.

Não sei mas, às vezes, me sinto perdida no tempo. Fora de órbita. Tudo é tão sem nexo nessa correria diária, não acha? Quando assisto a filmes antigos, daqueles bem mamão com açúcar, nos quais os finais sempre são lindos, os moçinhos sempre terminam com as moçinhas, o bem sempre vence, manja? Pois bem. Sinto-me atordoada. Pergunto-me repetidas vezes porque fico assim e reclamo aos deuses, sempre com a resposta na língua: eu devia ter nascido em outra época! Mas também não é sobre essas minhas crises existenciais que eu quero falar não. Isso tudo não passa de rodeio, embromation. Acordei querendo escrever sobre o amor. Sobre uma serenidade estranha que tem me invadido a alma neste últimos tempos. Tempos…

Em tempos de tormenta, estresse, velocidade, em meio ao caos habitual, você – manteiga derretida que sempre foi – se perde lidamente em um sorriso. Seu dia pode estar neboluso, você pode ter acordado triplamente esquerda (com os pés, a alma e o coração), a probabilidade de você ter um dia feliz é mínima, quase nula.

(Veja bem, esse quase só existe porque você, complexa como sempre, finge que não acredita em milagres, quando são eles que guiam suas esperanças e sonhos todos os dias.)

 E então, você, pairando sob o mais triste tédio, quase se rendendo, deixando sua força se esvair no ar, rendendo seu cérebro à insignificância do seu dia monótono … … você perde o fôlego … … em meio a luz … … única! E você se pergunta: Meu Deus, como pode? Você fica besta, pasma, tem tremiliques, não sabe o que dizer, o que pensar, o que fazer pra disfarçar a cara de boba que já deve estar pairando sob seu rosto neste exato momento. Mas não há o que fazer. Já dizia minha sábia Fernanda Mello, reciprocidade é uma das coisas mais legais do mundo. E você vê o sorriso que iluminou sua manhã, sua tarde, sua noite (é, últimamente, apesar de eu estar de birra com o destino, há dias em que só ele me salva) ficando maior, bobo, você a felicidade sublimando, se espalhando, envolvendo vocês como uma nuvem de algodão doce. Doce. Mais que doce! Inebriante … você tenta recuperar seu fôlego, dizer qualquer besteira pra não ficar atônita, não entrar em transe, não hipnotizar. Tarde demais amor. Uma cópia fiel da voz que lhe agrada ecoa em sua mente. E você ri, loucamente, lindamente. Risos múltiplos.

Pois é, pra mim, isso tem nome …. encantamento. Mas sabe o que me encanta em tudo isso? O fato de eu ver o amor espalhado por aí. Olhar rostos comuns e me ver refletida neles, nos amigos, nos colegas, nos estranhos. É como procurar respostas sem nem ao menos saber quais as perguntas. Meu encantamente existe justamente por isso. Porque mesmo sem eu, nem ele, sabermos quais as perguntas, sempre achamos uma reposta que nos caia bem. Confesso que a errada sou eu. Sou animal sentimental me apego fácil a TUDO que desperta meu desejo. Renato sabia. Sabia tanto sobre a alma humana, que soube traduzir a minha. Sim, me apego mesmo, mergulho de cabeça, mesmo pensando nas consequências – pra mim, claro. Mas é que essa dose de felicidade instantânea me faz tão bem. Leva-me embora o tédio, as tristezas, as angústias … traz tantas certezas sobre meu destino incerto … é imposível não se deixar levar … ou pelo menos eu não consigo ….

…..

ou pelo menos, eu não quero. Não agora. Afinal, não se tira o doce das nossas bocas pra colocar na boca de outro alguém qualquer, né não? hahahaha

PS: bem que estas nuvens de algodão doce podiam vir em potinhos né? Tenho que entrar em contato com a empresa de tupperwares hahahaha

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Férias …

Voltei de viagem há menos de duas semanas. O que posso dizer? Minhas lindas Divinas Gerais, como costumo chamar aquele estado maravilhoso, continuam lindas. Minhas pessoas queridas de lá ainda são como uma família para mim, como se nossos laços fossem de sangue, quando na verdade, são muito mais fortes do que isso. Lá, minhas esperanças se renovam a cada pequeno e singelo dia. As horas fazem-se valer a pena. As conversas são as mais sinceras, os momentos os mais simples. E é nessa beleza do simples que meu encantamento se completa. Tudo é tão fácil, a vida corre tão solta, tão leve. As pessoas não tem medo do amanhã, o silêncio toma conta de seus cotidianos rurais, pacatos. A vida se renova a cada olhar estranho, desconhecido. As pessoas não são como os Sulistas, de uma educação impecável a ponto de lhe dar bom dia sem lhe conhecer. Mas a troca de olhares exerce essa função. E o assunto surge do nada e vai embora da mesma forma. A paisagem muda constantemente, mas tem sempre as mesmas cores, sabores, texturas. Nada como o cheirinho da comidinha feita no fogão a lenha da boníssima Dona Licinha, ser humano de uma doçura inacreditável, de uma bondade pura, daquelas raras de se ver. Nada como arrancar um sorriso do rosto do turrão do Sr. Sílvio, e de uma maneira tão simples : com o brincar de uma criança. Nada como as tardes de cantoria regadas a uma “breja” que nunca – eu disse NUNCA – acaba. Nada como os causos que correm soltos na boca do povo, os fuxicos sobre a vida alheia, como se o resto do mundo fosse besteira, não existisse. Mas o que mais me impressiona é realmente a simplicidade e a força daquela gente. Gente que olha bonito, meio sem jeito, que lhe conquista com um sotaque manso, quase inofensivo. Como eu amo aquele lugar, como eu amo aqueles lugares.

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Flip flap …

Flip flap

Flip flap

Flip flap …

No flip flap das minhas sandálias douradas,

no vai e vem dos meus vestidos coloridos …

Quantos mistérios escondidos

nesse teu olhar perdido?

Sabes de onde venho?

Sabes o que carrego?

Conheces a força de minha alma?

Não, acho que não.

Sinto que não.

Teu sorriso descontraído

daqueles de quem apenas observa

e se encanta.

Comovente.

Como diriam os sábios: a ignorância é uma benção.

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E que venham, venham, venham … e que seja logo, agora, já!

Chega uma hora na qual a gente se pergunta: o que será que vai ser da minha vida? Será que eu estou vivendo tudo o que deveria, aliás, tudo o que gostaria de viver? Estou sendo fiel a mim mesma? SE – e preste bem atenção nesse SE, maiúsculo, de extrema importância – a resposta for afirmativa, tudo está indo como o planejado. Óbvio. Mas e se a resposta for negativa? O que fazer para mudar isso?

Certa vez eu aprendi com minha querida teacher de literatura que a vida é cheia de mudanças. Aliás , que podemos até classificá-la, qualificá-la como uma mudança, uma metamorfose ambulante, como na música. Mas que as mudanças nunca – isso mesmo, N-U-N-C-A – acontecem como nós esperamos.

A vida tem rumos que fogem do nosso alcance. Meu Deus, quem diria que eu – logo eu – iria dizer isso um dia. Logo eu que sempre fui de acreditar que somos nós quem fazemos nossa história. Me pergunto – como boa criança que sou – se meus desejos vão se realizar, quando vão se realizar, como vão se realizar. E como boa preguiçosa que sou, ando meio relaxada com a velha história de “ir à luta”. Ando meio cansada, sabe? Mas, lá dentro, no fundo desse meu ser estranho, a fiel frase “Força e Fé” reflete dias bonitos e ensolarados, bombons ao luar e pizzas à vontade.

Um brinde às experiências que essa puta roller coaster que é a vida nos traz. Um brinde a esse mix de sentimentos, a essas ondas que vem e vão, que equilibram nossos dias. Porque, infelizmente – ou seria felizmente, isso não sei dizer – a vida não é feita só das alegrias. Que venham as tristezas e que nós possamos rir delas em um futuro próximo. Amém.

Afinal de contas, todo pokémon evolui. Ou não.

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