Esses perigos perigosos …

Engole …

Engole a vontade menina!

Engole essa angústia, manda guela abaixo, para o coração.

Não, para o coração não.

Nada que um banho quente

(sim, quente, muito quente)

um incenso, músicas bonitas

um bom vinho e um bom queijo não resolvam…

deixa eu me sentir evoluída vai?)

Ok, aí aparecem os horóscopos sensacionais…

Eu queria saber como eles adivinham as coisas

Queria mesmo…

Na verdade, hoje eu só queria

ter meus pensamentos antigos de volta,

ou parar de censurá-los em minha mente insana!

Assim mesmo.. ou 8 ou 80…

Quer saber? Foi a melhor coisa…

ou a pior…

Saudade dói,

mas é melhor do que correr o risco…

Adoro, e não nego, o perigo…

mas tem uns

simplesmente

muito

mas

muito perigosos mesmo …

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1 …

… 2 …

… … 3 …

… … … 4 … respira

Te vejo de repente

E teus olhos encontram os meus

Ai, esses olhos sorrindo

Tão lindos!

Me olha bonito assim

pra sempre vai?

Adoro sentir essa eletricidade

Adoro não conseguir esconder meu sorriso

minha cara de boba

meu coração saltitante

E adoro mais ainda saber que tu percebes

Adoro esse tom de brincadeira

nossos sorrisos

e, especialmente, o encontro dos nossos olhos

Simples assim, lindo assim

Ah se eu pudesse pedir uma coisa

uma coisa só

não percas o doce desses olhos

jamais.

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Flashes, flashes e mais flashes…

Luzes piscantes, curtas, rápidas.. descarga de adrenalina, serotonina…

…..

……

“Te prepara que lá vem” – frase histórica de Mamys

 

Beeeijins by Lalah ;*

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Para descobrirmos nossa essência…

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.”

(Amyr Klink, Mar sem fim)

Li esse texto hoje e acredito que ele “traduza”, como gosto de dizer, meus pensamentos mais recentes. Eu quero – e muito – sair por aí, sem rumo nem prumo, viajar esse mundão de Deus, ver minha essência refletida nas mais límpidas águas, nos céus mais azuis… Sempre fui muito sonhadora e, apesar de sempre pensar também na pior das hipóteses, sempre preferi pensar com uma frequência muito maior nas coisas boas. Não deixo de ser feliz porque vejo as coisas ruins mundo a fora. Se eu deixar todo esse caos me afetar, com o perdão da palavra, estarei ferrada! Aliás, ferrada não, ferrada e meia! Sei que não devo ficar atônita, devo tirar uma lição de tudo, afinal, tudo acaba virando experiência. E como minha sábia professora Edna diria, depois de velhos, a merda da experiência não nos servirá para nada (risos).

É isso, simples, rápido, porém intenso (risos).

Beeijis by Lalah ;*

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Se é assim, quero ser criança!

Criança tem pressa de viver, e não lhe prometam uma compensação no futuro, a necessidade é urgente, o bálsamo que venha já, amanhã será tarde demais…

Carlos Drummond de Andrade.

 

Homem sábio. Muito sábio, eu diria. Nesse aspecto, sou criança. Quero o agora, já. Tenho pressa. Muita pressa. Quero minha liberdade, minha libertinagem, minha falta de bom senso, de nexo, minha essência voando solta por esse mundão a fora. E a pressa tem motivo, por mais besta que possa vir a parecer: você sabe quando irá morrer? Você sabe se amanhã estará aqui, prontinho para viver? A menos que seja algum tipo de vidente, não, meu caro, você não sabe. Então, pra que esperar se podemos começar já?

Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. […]

Em uma época em que os desejos duram o tempo de uma estação, acho o AMOR o exercício mais radical que podemos fazer.

(O coração agradece!)

Fernanda Mello

Esse é mais um trecho muito significativo da obra da Fê. Pelo menos para mim. Tenho essa verdade dentro da minha alma. Pode parecer loucura, pode parecer que sou ingênua demais. Não nego, para muitas coisas, meu conhecimento ainda não me basta. Mas mesmo assim, é nisso que acredito. Na força do amor. O mais puro sentimento, que pode ser espalhado, sentido, dado, em larga escala. Se ser ingênua implica em ser criança, mais uma vez, prefiro ser criança.

Aliás, prefiro manter vivo dentro de mim esse lado criança, essa esperança que me move, que me encanta, que me faz continuar, sem desistir. Quero e vou evoluir, como pessoa, como ser pensante, como amante, como um todo. Mas que não me tirem o direito de acreditar cegamente nessa força linda.

Como Marco Túlio diria, força e fé, o que para mim, se traduzem no amor.

Beijinhos by Lalah ;*

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Teremos coisas bonitas pra contar …

Metal Contra as Nuvens – Legião Urbana

Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá

I

Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, o sábio sopro do dragão.

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.

II

Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.

Quase acreditei, quase acreditei

E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão…

III

É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói

Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.

Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.

Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.

Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.

IV

– Tudo passa, tudo passará…

E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.

E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.

Na pressa desse dia a dia doido, deixo aqui uma mensagem simples. Uma das canções que mais tem me feito feliz nesses últimos tempos, que, como gosto de dizer, traduzem. Acho que tem partes que encaixam perfeitamente! E – sim – eu continuo achando que sou metal, relâmpago e trovão. E – sim – sou o ouro em seu brasão, o problema é que você não vê isso haha.

Beeeijins by Lalah ;*

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Liberdade x Objetivos x Capital = uma grande ilusão …

Não sei nem por onde começo. Minha cabeça está um turbilhão.

Mil idéias.

Mil pensamentos.

Mil filosofias, reflexões.

E todas elas não me levam a lugar algum. Só me fazem voltar nas mesmas lamentações, nas mesmas conclusões – concretas demais, racionais demais, mecânicas demais para a minha pessoa. Porque minha tão sonhada liberdade nunca se concretiza? Porque ela interfere – e fere – tão bruscamente a vida dos meus pais? Será que eles já não tiveram a luz de que eu estou crescendo? Mas isso é conversa para mais tarde. Já refleti bastante sobre isso por hoje, o que me rendeu olhos inchados, sonhos perdidos e uma puta dor de cabeça.

Passando para a segunda controvérsia deste post: objetivos. Todas as pessoas são diferentes, correto? Geralmente, os pontos de vista divergem, correto? Então, porque raios teimam em me convencer, a me fazer mudar de ideais? Porque não tentam compreender? Ou pelo menos aceitar que – não – eu não vou mudar nunca! Minha essência será sempre a mesma. Confesso, como eu já disse, é preciso ceder, abrir mão de algumas coisas, mas pontos de vista, sob minha ótica, não mudam assim tão fácil. Ainda mais quando se tratam de sonhos, planos, felicidade. Ai, meu bem, não tente – mesmo – me convencer do contrário.

Capital. A origem de todos os problemas. E tenho certeza de que isso não é válido somente para mim. A sociedade está tão capitalizada que tudo – sim, eu digo, tudo – o que se pretende fazer envolve dinheiro. Ok, não serei tão radical. Mas pense comigo, ou melhor, analise-me. Se eu quero ir para qualquer lugar, até dentro desta cidadezinha “pacata” e caiçara, eu preciso de dinheiro para me locomover, afinal, não – por mais triste que isso possa parecer – eu não sou super heroína – ou não ainda, risos. Se eu quero e preciso comer sem depender da comida dos outros, tenho que comprá-la. Então, começando deste ponto, já me encontro estagnada. Não vou nem avançar. Qualquer coisa material que eu queira eu vou precisar do maldito dinheiro. Pior, sempre que eu usar dinheiro alheio, minha mente me fará lembrar, como um despertador de celular gritando em meu consciente, que o dinheiro não é meu, e que eu preciso encontrar algum meio lícito para consegui-lo.

Resumindo: odeio essa dependência. Odeio ter meu par de asas, minha mente inocente, meus planos de salvar o mundo presos dentro de minha cabecinha. Odeio. E isso me irrita – profundamente! Agora vem a parte cômica. Em meio a choros e risos, montei meu curriculum vitae. Já pode começar a gargalhar? Um, dois, três e já: hahahahahahahahaha. Como eu, mera mortal, filhinha de papis e mamys, sem nenhuma experiência profissional e nenhum tipo de curso profissionalizante irei montar um curriculum descente? Sim, eu sei que não é impossível. Tanto que consegui formular o meu. Mas que parece piada, parece. É um tremendo de um círculo vicioso. Podem existir por aí milhares de “recém escolarizados” como eu, que podem estar passando pela mesma situação, procurar um primeiro emprego, que não seja humilhante demais, do tipo “eu preciso de dinheiro e aceito qualquer coisa” e sem ser arrogante demais, do tipo “eu mereço algo correspondente ao meu nível social”. Também não vou entrar em detalhes sobre essa parte do social. Infelizmente não sou perfeita. Mas se tem uma coisa que eu tento erradicar de meu ser são os preconceitos. Não tenho muitos deles, graças a Deus, mas ainda faltam muitos para “cortar a raiz”.

Enfim, chego ao final deste post do mesmo jeito que começei. Sem nada de importante concluído. Já traçei diversos planos B para minha vidinha, mas percebo que para todos eles se concretizarem, terei que me render ao universo do “trabalhe você mesmo” para obter o tal capital que me salvará. Odeio isso, já disse. Odeio dinheiro e o mal que ele faz para as pessoas. A maneira como ele cega as pessoas. Mas confesso que terei de encontrar uma forma de adquiri-lo. Já está na hora. Grow up. Right now.

Kisses and hugs ;*

Lalah

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